No desenrolar da história, você acaba descobrindo que a Síndrome de Oitavo ano da Garota é de um nível muito diferente dos adolescentes normais, basicamente aconteceu por ela não ter aceitado a morte do seu pai, e vendo o garoto (protagonista) agindo como um vilão, ela entra nesse mundo e dessa forma ela consegue superar o problema da morte do seu pai.
Mas o fato interessante da história é exatamente o Ultimo episódio (para você que não curte, perca seu tempo vendo pelo menos o ultimo episodio, escute e leia com atenção). Nesse ultimo episodio os personagens começam a perceber como é chato a vida, e que por mais que eles tentem, eles não conseguem se socializar como pessoas normais, então começa a surgir aquela duvida: "Porque não conseguimos ser normais?"
E ai, chega a frase final do Narrador:
"As pessoas sempre dizem que sentem vergonha por terem tido a síndrome da oitava série. Dizem que não querem falar a respeito, que querem esquecer daquilo de vez. Mas será que podemos nos livrar de nosso lado maluco e fantasias estranhas... Da época em que pensávamos que éramos especiais, quando achávamos que havia algo maior nos observando? As pessoas as vezes mentem, imaginam um mundo mágico diferente, sonham com o futuro distante, ou inventam relações amorosas que só existem dentro da cabeça. Esse processo se repete do dia que nascemos até o dia em que morremos. Para todo o sempre. É deprimente. É vergonhoso.Mas nós gostamos disso. É uma doença conhecida como Consciência. Isso é uma coisa que a gente deve enfrentar, conhecido como "nós mesmos". De fato, nós carregamos a síndrome da oitava série durante toda nossa vida.
Para falar a verdade, da vergonha mesmo ter isso."
Créditos_Chuunibyou Demo Koi Ga Shitai
Quando eu li isso, eu fiquei sem reação, o cara literalmente falou tudo que eu sempre quis saber. Eu poderia ficar aqui por horas falando sobre isso, mas o texto é auto-explicativo. Leiam e tirem suas conclusões...
profundo
ResponderExcluireu tm vi o anime e tm acho k a vida perdiria toda a graça se nos vivecemos como pessoas "normais"
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