Páginas

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

P.

Bem, o blog tá meio parado ultimamente, e pedimos desculpas. Então, só para não deixar passar mais um dia em branco, trago para vocês outro poema que fiz em meu caderno, nas horas vagas que tenho por aí. Não ficou nada bom, e como todos os outros, não segue nenhuma regra de nenhuma escola literária. Mas enfim, é só para terem algo para ler, e avaliar, talvez?

-----

"P.

Ah, quem me dera voltar a minha infância
Onde tudo era perfeito
Que saudade daquela criança
Que não possuía nenhum defeito
Precisava apenas ser feliz
E tomar cuidado para não roubarem meu nariz

Oh vida, por que mudastes?
E me atingistes com tantos guindastes?
Sem nem mesmo um aviso prévio
Me jogou por esse prédio
Chamado vida, que não tem volta
E apenas aceito essa derrota

Queria mudar, mas não consigo
Fui fadado a não saber viver
Sem ter um amigo
Que não aponte defeitos
E que me mostre quão boa a vida pode ser

Não quero dinheiro ou tecnologias
Quero apenas sair dessa cidade
Encontrar um lugar calmo
E ir buscar minha felicidade

Quem sabe num futuro distante
Eu consiga o que desejo
De você, mais que um beijo
E não um troféu em minha estante

Quero seu carinho, seu amor
Necessito que divída comigo sua dor
Só ao seu lado posso ser feliz
Pois sei que jamais roubarás o meu nariz" (Erick Gurian)

Nenhum comentário:

Postar um comentário